1935
(Ano da morte de F. P.! Em Novembro…) — Em
Aljustrel, empregado no cartório do escritor, poeta,
notário e advogado luso-goês Adeodato Barreto,
onde só aprendi a escrever à máquina.
(7
de Novembro e anos seguintes) — Estreio-me, aos 12 anos e
meio, com uma crónica, «Alentejo», no
semanário bejense Ala Esquerda, p. 2
(secção «Lugar dos Novos»).
Assinava F. Luís Amaro, nas minhas
colaborações neste jornal e n’O
Distrito de Beja, 11-4-1936, p. 3 («Cantinho dos
Pequeninos. — João de Deus»); O
Arraiolense, de Arraiolos, 27-5-1937 («Um poeta
alentejano [aljustrelense] — Santos Luz»);
Brados do Alentejo, de Estremoz, 20-2-1938, p. 7
(«António de Macedo Papança —
Conde de Monsaraz»); Ecos de Sintra,
17-9-1938 («Apontamentos — Florbela
Espanca», transcrito na Democracia do Sul,
Évora, n.º 6428, Set. ou Out. de 1939); Jornal
de Elvas («Uma alentejana notável
[Florbela]», 25-12-1938); o mesmo artigo em Brados
do Alentejo, 29-1-1939, p. 21; Brados do Alentejo
(«Apontamentos sobre
Educação», em fundo!, 5-3-1939;
«Poetas alentejanos», notas
biobibliográficas em Brados do Alentejo,
27-7-39 e segs.; poemas, muito mauzinhos!, em A Ideia Livre,
Anadia (aonde eu fui parar!), Janeiro de 1939, 4-11-1939, sob o
pseudónimo Saul Abrantes, etc., etc.! Assídua
colaboração nos Ecos do Sul
de Vila Real de St.º António…
—
Aos 12 anos, tento libertar-me do meio em que vivia, e escrevo a
Julieta Quintinha (Lisboa); Altinino Gonçalves, do jornal Fogo!,
Lisboa (27-3-1936, «Reflexões sobre um gesto
infantil», artigo sobre a minha carta); Henrique Zarco [H.
Z.], O Distrito de Beja, 14-12-1935, p. 1
(«Às portas de Mértola. A vida do
jornalista»): sobre uma carta minha…
—
Ida para Beja, talvez em Março de 1936, com 13 anos
incompletos. — Estágio gratuito no Diário
do Alentejo, etc., e como assalariado, na Biblioteca
Municipal, então ainda instalada, a par do Museu Regional,
no ex-Convento da Conceição. Conheço,
aí, de passagem, o poeta bejense Mário
Beirão, o romancista Manuel Ribeiro (de grande nomeada na
época), Julião Quintinha, colaborador quase
diário do Diário do Alentejo
(era profissional do jornalismo).
1939
— Em finais do ano, o Dr. Marques Crespo,
prestigioso médico em Estremoz e director de Brados
do Alentejo, convida-me a ir secretariar a
redacção do seu jornal. Parto, então,
de Beja para Estremoz, onde vivo até finais de Agosto de
1941.
1940
(c/ 17 anos) — «Notas simples sobre
Alberto de Serpa» [A vida é o dia de hoje,
poemas, com desenhos de Julio], in A Mocidade,
n.º 330, Ponte de Sor, 18 de Agosto 1940, p. 5.
1941
(Setembro) — Graças ao Professor
Agostinho da Silva, que pessoalmente não conhecia mas de
cujos cadernos culturais Iniciação e Antologia
era assinante, consigo arranjar emprego em Lisboa!: na Livraria
Portugália, de antigas tradições e que
dois caixeiros-livreiros da Bertrand — Pedro de Andrade e
Raul Dias — haviam tomado de trespasse em 1937 (ver, de
Vitorino Nemésio, «Carta a dois novos
livreiros», Diário de Lisboa,
3-2-1938).
—
Meses antes, em 5 de Maio, fora inaugurada a Livraria Portugal, mais
ampla e moderna, mesmo em frente da casa-mãe, e propriedade
de Dias & Andrade (pouco depois, também associados
ao ex-colega, na Bertrand, Henrique Pinto, mais novo, e que seria o
principal obreiro da casa, pelo seu dinamismo e energia;
sócios-capitalistas: uma senhora D. Helena [?] e um senhor
Jales [da Misericórdia de Lisboa] — este, que
«tertuliava» na Portugal, sósia de
Unamuno, segundo Mário Beirão, que conhecera, no
Porto, o grande espanhol…).
—
Para não me repetir, «remeto o leitor
amigo» (nariz-de-cera…) para as p. 26-31 (ou
17-30…) da entrevista que Ernesto Rodrigues me fez para o Actual/Expresso
e que veio, afinal, no livrinho editado sem meu conhecimento
prévio, Para lá da Névoa.
1942
(Setembro) — Fundação da
Portugália Editora, literariamente dirigida, ou orientada,
por João Gaspar Simões e financiada por Agostinho
Fernandes, grande industrial de conservas e coleccionador, que, em
1958, falecido Raul Dias, e adquirida, por Fernandes, a cota de Pedro
de Andrade, seria o único dono da Portugália
Editora, instalada na Av. Da Liberdade, 13-3.º Dt.º e
na qual o mesmo Agostinho Fernandes se mantivera ausente até
meados de 50, absorvido por negócios mais lucrativos (as
conservas, uma fonte que lentamente secava).
1943
— Entrevista de Luís Amaro com Manuel da
Fonseca, no Primeiro de Janeiro, na
página (orientada por Jaime Brasil) «Das Artes,
das Letras, secção: «Ao canto da
livraria. Cinco minutos com Manuel da Fonseca» —
1-9-1943.
1944
— Revisão textual, com o Autor, de:
Ribeiro Couto, Dia Longo — Poesias Escolhidas,
volume de 383 páginas, na capa desenho de Cícero
Dias. (O Poeta e o Pintor viviam, então, em Lisboa. A
edição, na Portugália Editora de que
eu era, desde Setembro de 1942 — o início da casa!
—, o primeiro empregado — cronologicamente
—, trouxe-me a amizade do grande Poeta, muito admirado na
época e a quem Casais Monteiro consagrara um estudo, editado
pela Presença. Ribeiro Couto era,
também, um dos meus poetas.) — Transcrevo a
dedicatória de R. Couto no livrinho Para
lá da Névoa, p. 30.
1945
— Relacionamento com Sebastião da Gama,
que, em edição de autor, mas com a chancela da
Portugália, se estreia com o volume Serra-Mãi
(de notar a grafia Mãi, então
ainda com i). Transcrevo a dedicatória
na p. 31 do livrinho referido acima, bem reveladora da amizade entre os
dois poetas (eu, aprendiz).
1946
— Relacionamento, na Livraria Portugália
— um centro literário! —, onde,
alternando com a Portugália Editora, diariamente trabalhava
ou estacionava, com David Mourão-Ferreira, então
muito jovem aluno universitário, apresentado por
Sebastião da Gama.
1948
— Em meados do ano, adoeço de tuberculose
pulmonar, e volto ao lar, onde, convalescente, me demoro até
começos do ano seguinte; idas semanais, na camioneta, a
Beja, para tratamento — pneumotórax.
1949
— Na primeira quinzena de Janeiro, regresso a
Lisboa, ao emprego que nunca me faltou, embora de magros
honorários (e bem magrinho era eu): mas creio, à
distância de tantos anos, que sempre me mantiveram o ordenado
(ou que raramente ele me faltou, assim como na crise de 1954
— uma recidiva da tuberculose pulmonar, agora definitivamente
extirpada, em casa dos futuros sogros de João Rui de Sousa,
na Rua Pascoal de Melo, com a estreptomicina salvadora).
—
Edição da minha estreia em livro: Dádiva,
poemas, capa de Manuel Ribeiro de Pavia, com a chancela da
Portugália, na tiragem de 200 exemplares; a tipografia,
Gráfica Santelmo, de que era proprietário Adelino
Santos, ofereceu-me a composição e a
impressão. E papel, mas paguei a impressão da
capa noutra casa. — De notar que a Gráfica
Santelmo era a tipografia que mais trabalhava para a
Portugália, nessa época. — Fui
particularmente incentivado por Raul de Carvalho e Sebastião
da Gama, além de João Pedro de Andrade, com quem,
ainda em Estremoz (1941, ou 40?), estabelecera
relação epistolar e que considero o meu primeiro
mestre literário — embora, depois, admirasse
fervorosamente João Gaspar Simões, cujas
críticas semanais, no Diário de Lisboa,
todos líamos com avidez.
1949
— Relacionamento com Vergílio Ferreira,
que, em edição de autor mas com chancela da
Portugália, publica o romance Mudança,
em 1-12-1949.
1951/53
— Árvore — folhas de
poesia, com António Luís Moita,
António Ramos Rosa, José Terra e Raul de Carvalho
(este o «pai e padrinho» da revista).
Correspondência assídua com Egito
Gonçalves, que no 4.º e último
número substituíra António
Luís Moita, dissidente amigável.
1954
— Relacionamento — fundamental —
com José Régio, cuja primeira carta
(aliás um postal, como era uso na época) data de
15-4-1943, tinha eu 20 anos incompletos. Conheci o poeta, em Lisboa, na
Portugália Editora onde, por meu intermédio, ele
passaria a editar ou reeditar os seus livros, embora já em
43, convidado por João Gaspar Simões, publicasse
lá a antologia Líricas Portuguesas
— 1.ª série (que lhe trouxe um
desaguisado com o velho amigo: este aguardava de Régio um
estudo a abrir a antologia, não um prefácio
só. O editor Raul Dias também ficou zangado
— sem razão).
1957
— Começo das Obras Completas
de M. Teixeira-Gomes, editadas pelo sócio-capitalista da
Portugália, Agostinho Fernandes, em cuja iniciativa
colaborei dedicadamente: de Cartas a Columbano
(Nov. 1957) a Novelas Eróticas
(Março 1961), 11 volumes que revi textualmente (com
perfeição? Impossível! Em todo
caso…). — Os volumes 12 e 13 já
não foram revistos por mim, e valeram alguns reparos a Jorge
de Sena, em carta que me escreveu, supondo-os de minha
responsabilidade…
— Revisão
textual, com o Autor, de: Mário Beirão, Mar
de Cristo — Poema (mas, sim, Poemas), em Janeiro de
1957. Trabalho que estreitou a minha amizade com o grande Poeta (que,
é preciso dizê-lo?, F. Pessoa estimou e admirou na
juventude de ambos. Há, disso, esclarecedoras cartas de
Pessoa, e opiniões de Mário de
Sá-Carneiro).
1958
(Novembro) — Revisão textual, com Jorge
de Sena, autor, de: Líricas Portuguesas
— 3.ª série (antologia que deu brado.
Agradecimento do Autor, na p. 504).
1969
(Maio) e 1970 (Março)
— Revisão textual e iniciativa da
edição de: Adolfo Casais Monteiro, Poesias
Completas (1929-69), na colecção Poetas
de Hoje, da Portugália.
—
Colaboro assiduamente na página literária do Diário
de Notícias, dirigida por Natércia
Freire, a quem fiquei devendo atenções
inesquecíveis. — Nessa página,
além de poemas, já de anos anteriores, publico:
«Uma página desconhecida de Fernando
Pessoa» [sobre a estreia juvenil de Cabral do Nascimento], em
5-3-1970 e, rectificada, 12-3-1970.
— Na
Portugália Editora, literariamente orientada por Augusto da
Costa Dias — após a morte de Raul Dias e a fugaz
passagem de Jorge de Sena —, mas já numa fase em
que interviera o portuense J. da Cruz Santos, Jacinto do Prado Coelho
publica, na casa, A Letra e o Leitor, na
colecção Problemas, em Maio de 1969. Se Jacinto
do Prado Coelho se encontrou com Augusto da Costa Dias na
Portugália Editora., não posso agora precisar,
mas fora este o criador da colecção Problemas;
Joaquim Soares da Costa, portuense também, era
então o gerente da casa (fundaria, mais tarde, uma editora
própria — as Edições 70).
—
Após vinte e cinco anos e meio na(s)
Portugália(s), deixo a casa que vira fundar, e fico na
expectativa de colocação na
Fundação Gulbenkian (revista Colóquio),
graças à amizade estabelecida com o Professor
Jacinto do Prado Coelho, cujo livro A Letra e o Leitor
revi, com o Autor.
—
Em Dezembro de 1969, morre José Régio, e vou, com
minha mulher e colega, a Vila do Conde, participar no
velório e funeral, representando igualmente a casa editora.
1970
— «Duas cartas inéditas de
Mário de Sá-Carneiro para Alfredo
Guisado», em 23-4-1970; «Página quase de
memórias, com três cartas de um poeta esquecido:
Alfredo Pimenta» [evocação da Livraria
Portugália dos anos 40], em 30-7-1970;
«José Régio — a Obra e o
Homem», compilação de
«fortuna crítica», em 14-5-1970 e
25(28?)-5-1970; Antologia não-cronológica de
«Poesia Portuguesa e Brasileira», em 30-4-1970 e
seguintes: 1-Guerra Junqueiro; 2-Castro Alves; 3-Gomes Leal;
[…], Antero de Quental; João de Deus;
[…], Fernanda de Castro; […], António
Botto; Armindo Rodrigues; Alfredo Pimenta; Afonso Duarte; Jaime
Cortesão…
—
Revisão textual, com Alberto de Serpa, do livro
póstumo de José Régio
Música Ligeira, Portugália, 1970.
—
Ingresso, como empregado eventual, na Fundação
Gulbenkian (Revista Colóquio, ainda, em
Julho de 1970).
1971
(Março) —A data mais importante! Os meus
directores, Hernâni Cidade e Jacinto do Prado Coelho,
nomearam-me secretário da redacção da
nova Colóquio,
Colóquio/Letras.
1975
— Edição de Diário
Íntimo (Dádiva e
outros poemas), Lisboa, Iniciativas Editoriais.
1976
— Revisão textual (sem o Autor, ausente
em Moçambique), e «Esboço de
bibliografia de José Régio», in:
Eugénio Lisboa, José Régio.
A Obra e o Homem, ed. da Arcádia; 2.ª
ed., com o Autor, Publicações Dom Quixote, 1986.
1977
— A convite de David Mourão-Ferreira,
secretário de Estado da Cultura,
«Subsídios para uma bibliografia do movimento
presencista», in
presença — publicação
comemorativa do cinquentenário da
fundação da
«presença», p. 53-74.
1982
— A convite de José-Augusto França,
«Livros, Revistas e Jornais» da década
de 40, in: Arte Portuguesa — Anos Quarenta,
Fundação Calouste Gulbenkian, vol. 1, p. 154-162.
1982-3
— Revisão textual, com o Autor, de
Jacinto do Prado Coelho, Introdução ao
Estudo da Novela Camiliana, 2.ª ed., Imprensa
Nacional-Casa da Moeda, 1.º e 2.º vols., 1982-83.
1984
— «Esboço de Bibliografia [Activa] de
Jacinto do Prado Coelho», in
Afecto às Letras. Homenagem da Literatura Portuguesa
Contemporânea a Jacinto do Prado Coelho, Imprensa
Nacional-Casa da Moeda, p. 673-707.
—
Colaboração na «Bibliografia»
[de Adolfo Casais Monteiro], in: Nádia Battella Gotlib, O
Estrangeiro Definitivo. Poesia e crítica em Adolfo Casais
Monteiro, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1985.
Agradecimento na p. 10, e nota na p. 348.
1986
— «Resumo bibliográfico de 50 Anos de
Literatura Portuguesa (1936-1986)», in ICALP
— Revista, Institutode Cultura e Língua
Portuguesa, n.º 6, Ago.-Set. 1986, p. 108-123.
1990
— Revisão textual dos II e III vols. do Dicionário
Cronológico de Autores Portugueses,
coordenação de Eugénio Lisboa,
edição do Instituto do Livro e da Leitura e do
Instituto da Biblioteca Nacional e do
Livro/Publicações Europa-América, 1990
e 1994.
1993
— Revisão textual de: Anrique Paço
d’Arcos, Poesias Completas, Imprensa
Nacional-Casa da Moeda. Com estudo crítico de
António Cândido Franco.
—
Colaboração na «fortuna
crítica» do Autor.
—
Revisão textual de: Adolfo Casais Monteiro, 2.ª
ed., Introdução de João Rui de Sousa,
Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Com «fortuna
crítica» do Autor.
—
De colaboração com F. J. Vieira Pimentel,
«Para uma bibliografia da presença», in:
presença, ed. fac-similada, t. III,
Lisboa, Contexto, 1993.
1994-1997
— «Breve antologia de Poesia Social do
Alentejo», com reprodução de gravuras
de Manuel Ribeiro de Pavia (e uma de Almada), in Serpa
Informação. Boletim da Câmara
Municipal de Serpa, n.os I a XIII, 1994 a 97.
—
Revisão textual de: José Régio, Crítica
e Ensaio/1 e 2, Círculo de Leitores;
apêndice bibliográfico no 2.º vol.
— 1994.
—
Revisão textual e Notas [com António Ventura],
José Régio, Correspondência,
Círculo de Leitores, 1994.
—
Revisão textual com José Alberto Reis Pereira,
de: José Régio,
Páginas do Diário Íntimo,
Introdução de Eugénio Lisboa, Notas de
José Alberto Reis Pereira, Círculo de Leitores,
1994.
—
Revisão textual, e colaboração
editorial, com Pedro da Silveira, em: Sílvio Rebelo, Poesias,
organização de Pedro da Silveira e Jaime
Celestino da Costa, Lisboa, 1991 (edição
póstuma da filha do Autor).
1995
— Revisão textual,
apresentação e bibliografia do
opúsculo: Ramalho Ortigão,
O Conde de Ficalho. Retrato Íntimo, Serpa,
Câmara Municipal de Serpa, 1995. (Apêndice de A.
Campos Matos: «Eça de Queirós em
Serpa») — Edição de minha
iniciativa.
1996
— Revisão textual de: Jacinto do Prado
Coelho, A Letra e o Leitor, 3.ª ed.,
Porto, Lello & Irmão, 1996.
—
Revisão textual de: Mário Beirão, Poesias
Completas, edição organizada por
António Cândido Franco e Luís Amaro, e
prefácio por José Carlos Seabra Pereira, Imprensa
Nacional-Casa da Moeda. Com minha organização do
Apêndice (Dispersos e inéditos em verso e prosa.
Marginália crítica e biográfica).
— Ed. de
minha inciativa, com a colaboração de A. C.
Franco.
1997
— Bibliografia Activa de David
Mourão-Ferreira, seguida de Uma Carta Inédita,
Colóquio/Letras, n.º 145/6, Jul.-Dez.
1997.
1999
— Organização,
revisão e fixação do texto, em
colaboração com A. Cândido Franco, de:
Jacinto do Prado Coelho, 2.ª ed. de A Poesia de
Teixeira de Pascoaes e outros escritos pascoaesianos e A
Educação do Sentimento Poético,
Porto, Lello, 1999.
—
António Botto — 1897-1959
— Catálogo comemorativo do centenário.
Com, da minha parte, Brevíssima Antologia de
António Botto. — António Botto por
Jorge de Sena — Nota de abertura, e «Alguns
testemunhos de contemporâneos» [fortuna
crítica], Biblioteca Nacional, 1999.
—
«Agostinho Fernandes, as Portugálias»,
ou «Memórias do ‘alentejano
bisonho’ de Armindo Rodrigues, com fragmento epistolar
inédito de Jorge de Sena», in: Agostinho
Fernandes — Um Industrial Inovador, Um Coleccionador de Arte,
Um Homem de Cultura, Lisboa, Portugália Editora
Internacional, 2000. Fotobiografia, coordenação
de José da Cruz Santos.
2000
— Revisão textual de: José
Régio, Contos e Novelas, Obra Completa,
Introdução de Eugénio Lisboa ,
Imprensa Naciona-Casa da Moeda, 2000.
2001
— Revisão textual de: José
Régio, Confissão dum Homem Religioso,
3.ª ed., Obra Completa, Prefácio de
António Braz Teixeira, Introdução de
Orlando Taipa , Imprensa Naciona-Casa da Moeda, 2001.
—
Revisão textual de: José Régio, O
Príncipe com Orelhas de Burro, 10.ª ed.,
Obra Completa, Introdução de Eugénio
Lisboa, Imprensa Naciona-Casa da Moeda, 2001.
—
Revisão textual de: José Régio, Poesia
— I e II, Obra Completa,
Introdução de José Augusto Seabra ,
Imprensa Naciona-Casa da Moeda, 2001.
2002
— Revisão textual de: José
Régio, Poemas de Deus e do Diabo,
12.ª ed., Vila Nova de Famalicão Ed. Quasi, 2002.
2003
— João Gaspar Simões
— 1903-1987. No Catálogo Comemorativo do
Centenário, na Biblioteca Nacional,
«Esboço de uma bibliografia crítica,
com presença dentro», Biblioteca Nacional, 2003.
2006 —
2.ª ed. de Diário Íntimo
(Dádiva e outros poemas), ed. & etc.